Roma não é apenas uma cidade — é uma viagem no tempo. Fundada em 753 a.C., a capital da Itália testemunhou o surgimento e queda de impérios, a ascensão do cristianismo e a evolução da arte, arquitetura e política ocidental.

Com mais de 25 séculos de história, suas ruínas, igrejas e praças contam histórias de gladiadores, papas, artistas e revolucionários.

Mas Roma não vive só do passado: hoje, é uma metrópole vibrante, onde aperitivos em Trastevere, feiras de design no bairro Ostiense e passeios de vespa pelas margens do rio Tibre convivem harmoniosamente com monumentos milenares.

Neste guia completo, você descobrirá por que Roma é única, como planejar sua viagem e quais segredos só os locais conhecem. 

Preparado ou não, lá vamos nós!

Como a cidade de Roma é conhecida? 

Roma é reconhecida por uma série de títulos que sintetizam sua grandiosidade histórica, cultural e simbólica. O mais célebre deles é “Cidade Eterna” (Città Eterna), uma expressão cunhada pelo poeta latino Tibulo no século I a.C., que refletia a crença de que Roma, como centro do Império, jamais desapareceria. E ele não estava errado, pois mesmo após a queda do Império Romano, o título persistiu. 

Porém, este não é o único nome que a cidade possui. Vamos conhecer todos esses títulos.

“Cidade Eterna” e outras denominações 

Roma carrega diversos nomes que resumem sua importância histórica e simbólica. O título mais famoso, Cidade Eterna, ou Citta Eterna em italiano, surgiu no século I a.C., quando o poeta Tibulo a chamou de urbs aeterna — uma referência à crença de que seu legado sobreviveria até o fim dos tempos. Mesmo após a queda do Império Romano, o termo persistiu, pois Roma se reinventou como centro religioso e cultural.

Roma também é conhecida como a Cidade das Sete Colinas, que faz alusão às elevações geográficas (Aventino, Capitolino, Célio, Esquilino, Palatino, Quirinal e Viminal) que serviram de base para sua fundação.

Já Caput Mundi (Cabeça do Mundo) reflete seu papel como centro político do mundo antigo, de onde partiam estradas que ligavam o Mediterrâneo às fronteiras do Império.

Agora, vindo para um contexto religioso, ela é chamada de Cidade dos Papas, já que, desde o século IV, os pontífices transformaram-na no coração do cristianismo.

Curiosamente, até mesmo a expressão “Todos os caminhos levam a Roma” tem origem prática: no auge do Império, uma rede de 400 estradas conectava a cidade a províncias distantes como a Britânia e o Egito.

Importância histórica e cultural 

Como já sabemos, Roma foi o coração do Império Romano, que dominou três continentes e legou ao mundo conceitos como república, direito civil e engenharia urbana (aquedutos, estradas pavimentadas).

Agora, falando de sua importância cultural, a cidade foi o berço do Renascimento, movimento no qual artistas como Michelangelo e Bernini criaram obras que redefiniram o conceito de arte. 

A revolução foi tão grande que repercutiu em outros países, ocasionando em problemas no mundo católico com as esculturas de Lúcifer, feitas pelos dois irmãos belgas, Guillaume e Joseph-Georges Geefs. 

Por que Roma é famosa? 

Além de todo o contexto histórico de Roma, vindo lá do período imperial, Júlio César e outros nomes históricos, Roma é famosa por outra coisa: possuir uma cidade-estado, ou seja, um país, em seu coração. Sim, estamos falando do Vaticano. 

Hoje, o Vaticano é a sede da Igreja Católica e o menor país do mundo. Ele conta com apenas 44 quilômetros quadrados e pouco mais de mil moradores, a maioria membros eclesiásticos. Com sua independência decretada em 1929, a cidade-estado não possui presidente, sendo representada pelo Papa.  

Lógico que ela não é famosa por isso, ela é considerada o berço da civilização ocidental, sendo o berço do sistema político, jurídico e cultural que moldou essa parte do globo. Desde a história antiga, Roma já era uma cidade enorme, complexa e cheia de segredos. Para especificar a jovialidade da capital da Itália, ela tem apenas 2773 anos, sendo fundada em 753 a.C!  

Berço da civilização ocidental 

Como falamos, Roma é o berço da civilização ocidental pois seus avanços na política, direito, engenharia e cultura estabeleceram as bases para o desenvolvimento da Europa e, posteriormente, do mundo moderno.

Por exemplo, o Direito Romano introduziu conceitos como a igualdade perante a lei (isonomia), a presunção de inocência e o direito à propriedade privada. O Corpus Juris Civilis, compilado no século VI sob o imperador Justiniano, é a pedra angular do direito civil que conhecemos hoje, influenciando até mesmo a Constituição brasileira.

Além disso, o latim, língua oficial do Império, deu origem ao português, espanhol, francês e italiano. Até hoje, termos médicos, científicos e jurídicos (como habeas corpus) são derivados do latim.

Influência na política, religião e arte 

Apesar de já termos começado a falar um pouco da influência que Roma impunha na política e religião, vale a pena ressaltar que foram os romanos que criaram os modelos de governo que conhecemos hoje. A transição de monarquia para república e, depois, para império, serviu de estudo para teóricos políticos como Maquiavel e Montesquieu. 

É isso mesmo, a ideia de separação de poderes (executivo, legislativo e judiciário) tem raízes na estrutura republicana romana. 

Já no quesito arte, técnicas como o arco romano, as cúpulas do Panteão e uso de concreto revolucionaram a construção civil. O estilo neoclássico do século XVIII, como o Capitólio de Washington, é um tributo à Roma Antiga. 

Não suficiente, artistas renascentistas como Michelangelo e Rafael buscaram inspiração em obras clássicas. A Pietà, esculpida por Michelangelo para a Basílica de São Pedro, é um exemplo da fusão entre devoção cristã e estética romana. 

E se você achou que a literatura estava fora dos braços de Roma, você achou errado! Virgílio (Eneida) e Ovídio (Metamorfoses) estabeleceram cânones literários que influenciaram Dante Alighieri, Shakespeare e muitos outros. 

Quer saber mais sobre a cidadania italiana?

Monumentos icônicos e pontos turísticos 

Roma abriga alguns dos monumentos mais emblemáticos do mundo, dentre eles o Coliseu, que foi testemunha de um passado que já não temos mais como reconstruir. Falando dele, você sabia que o nome “Coliseu” vem de uma estátua colossal de Nero que ficava nas proximidades? Pois é, hoje nós só lembramos do teatro de arena. 

No decorrer deste artigo nós falaremos dos pontos turísticos mais famosos de Roma, mas saiba que a cidade eterna possui mais que isso. O Fórum Romano, por exemplo, é considerado o coração político e social da Roma Antiga, lotado de templos em ruínas, arcos triunfais e a Rostra, uma construção feita com o puro fim de fazer discursos.

O Que devo saber antes de viajar para Roma? 

Antes de embarcar em sua viagem para Roma, precisamos estar bem informados para aproveitar ao máximo essa estadia.

Aspectos como a melhor época para visitar, opções de transporte e hospedagem, além de compreender os costumes locais, podem fazer toda a diferença na experiência de viagem. Felizmente para você, nós já pensamos nisso e trouxemos algumas informações. Veja só.

Melhor época para visitar 

Roma é um dos melhores lugares da Itália para conhecer!

Bom, a melhor época para viajar a Roma vai depender do que você considera como “melhor época”, já que essa cidade italiana pode oferecer climas bastante diferentes.

Por exemplo, os meses de abril, maio e junho são conhecidos por ser a época da primavera europeia. Neste período do ano, o clima é ameno, não coincide com as férias e não há sinais de grandes chuvas pela região.

Já de outubro até março, as chuvas em Roma são intensas e a temperatura chega a ficar por volta dos 0ºC. Em agosto, a Itália entra em férias e encontrar hospedagem e curtir as atrações turísticas fica um pouco mais complicado devido ao grande número de pessoas que viajam pelo país.

Descubra a seguir quanto custa uma viagem para a Itália!

Dicas de transporte e hospedagem 

Quanto ao transporte, o metrô de Roma tem apenas três linhas (A, B e C), mas é eficiente para chegar a pontos como o Coliseu (linha B) ou o Vaticano (linha A). Ônibus e bondes são abundantes, mas prepare-se para atrasos devido ao trânsito. Para economizar, considere o Roma Pass (€38 por 72 horas), que inclui transporte público e entrada em dois museus.

Na hospedagem, bairros como Monti (próximo ao Fórum Romano) e Trastevere (ruas medievais e vida noturna) são ideais para turistas. Respeitar costumes locais também é essencial: evite usar roupas reveladoras em igrejas, e nunca peça um cappuccino após o almoço — os italianos o consideram uma bebida matinal.

Regras e costumes locais

Já é de se esperar que Roma é uma cidade de tradições antigas, que transpassam gerações e mais gerações. Lá, o respeito aos costumes locais não apenas evita constrangimentos, mas também enriquece sua experiência. Aqui estão as regras e hábitos essenciais para se adaptar à vida romana:

  1. quando em locais religiosos, ombros e joelhos devem estar cobertos. Além disso, evite fotografar durante as missas e sentar nos bancos reservados dos fiéis;
  2. Se no Brasil o horário de almoço começa 12h, em Roma tente comer mais tarde! Jantar só depois das 20h, são raros os restaurantes que abrem antes desse horário;
  3. Use “Buongiorno” (bom dia) até as 16h e “Buonasera” (boa tarde/noite) após. “Ciao” é reservado a amigos, ou seja, se você não conhece a pessoa e/ou não tem intimidade com ela, não use ciao! 
  4. Entre conhecidos, é comum dar dois beijos, começando pelo lado direito. 

Saiba que os romanos são orgulhosos de sua herança e apreciam quando visitantes honram suas tradições. Seguir esses costumes não só evita multas, mas abre portas para interações mais autênticas, como ser convidado para um aperitivo por locais ou receber dicas secretas de um vendedor de gelato.

Cultura e curiosidades sobre Roma 

Roma é uma cidade que respira história em cada esquina, mas sua cultura vai muito além das ruínas e monumentos. A gastronomia romana, por exemplo, é um capítulo à parte dessa cultura, uma herança de sabores que remontam à Antiguidade, passando por influências medievais, papais e até da comunidade judaica, criando uma identidade única que conquista paladares há séculos. Vamos entender um pouco sobre essa herança? Continue a leitura

Gastronomia romana 

A culinária de Roma é marcada pela valorização de ingredientes locais,um legado da cucina povera (cozinha pobre), que transformava recursos humildes em pratos memoráveis. O cacio e pepe, por exemplo, é um símbolo dessa filosofia: massa, queijo pecorino romano e pimenta-do-reino formam um prato que alimentou pastores e legionários.

Já a carbonara, mundialmente famosa, tem raízes controversas; alguns dizem que surgiu após a Segunda Guerra, quando soldados americanos trouxeram ovos e bacon, adaptados pelos romanos ao guanciale (bochecha de porco curada).

Mas nem só de massa vive o italiano! Nos becos do Ghetto Ebraico, bairro judeu fundado no século XVI, pratos como os carciofi alla giudia (alcachofras fritas em azeite até ficarem crocantes) contam a história de uma comunidade que, mesmo perseguida, enriqueceu a cultura local. Já os supplì, bolinhos de arroz recheados com queijo, são uma herança das frittate (omeletes) que os camponeses levavam para o trabalho.

Festivais e eventos 

Festivais como o Natale di Roma (21 de abril) celebram o aniversário da cidade com recriações históricas de legionários e vestais. Já a Festa de Noantri, em julho, transforma o bairro de Trastevere em uma festa de rua com música e comida típica.

Curiosidades históricas

Pode ser um choque para nós brasileiros, que temos a educação como requisito obrigatório para todos aqueles maiores de 6 anos, mas na Itália, até 1999, a educação obrigatória ia até os 14 anos, apenas. 

E quem já sonhou em trabalhar apenas 20 horas por semana? Pois é! Essa é a realidade dos italianos, possuindo uma das menores médias de toda a Europa. Também é lá que as superstições são levadas a sério. 

Pode ser bobagem para nós brasileiros, mas para os italianos é papo sério, independente da idade. Eles acreditam, por exemplo, que se casar um dias chuvosos traz boa sorte para os noivos. 

Uma outra curiosidade é que Roma possui pouco mais de 3 milhões de habitantes dentro de seu território e mais 4 milhões em sua região metropolitana. E o pior (ou melhor?) Mussolini foi um dos responsáveis por fazer com que a população romana passasse de 212 mil habitantes para 2 milhões no fim de seu regime. Quem diria!

Transporte e mobilidade em Roma 

Roma é realmente uma cidade alegre, cheia de vida, mas se locomover por suas ruas movimentadas pode ser um desafio para turistas despreparados. Felizmente, há diversas opções de transporte que tornam a experiência um pouco mais acessível e confortável. Vamos conferir?

Opções de Transporte Público 

O metrô, com suas três linhas (A, B e C), é a opção mais rápida para distâncias maiores. A linha B, por exemplo, liga o icônico Coliseu à movimentada Estação Termini, principal hub de trens e ônibus. Já a linha A leva você da Piazza di Spagna até o Vaticano, passando por estações como Barberini, próxima à Fontana di Trevi.

A linha C, mais recente, serve áreas residenciais, mas sua expansão é lenta devido às frequentes descobertas arqueológicas — um lembrete constante de que Roma é uma cidade construída sobre camadas de história.

Os ônibus e bondes, operados pela ATAC, são a espinha dorsal do transporte público, alcançando bairros onde o metrô não chega. O ônibus 64, conhecido como “o ônibus dos ladrões” por causa dos batedores de carteira, conecta a Estação Termini ao Vaticano, enquanto o charmoso bonde 8 serpenteia de Largo Argentina até Trastevere, bairro de ruas medievais e vida noturna pulsante.

Táxis são uma alternativa, mas exigem bastante atenção. Os oficiais são brancos, com placa vermelha e o logotipo “Roma Capitale”. Evite táxis não licenciados: apps como Free Now ou It Taxi garantem corridas seguras e preços fixos. Uma viagem do aeroporto Fiumicino ao centro custa cerca de €50, mas o trem Leonardo Express (€14) faz o trajeto em 32 minutos, com partidas a cada 15 minutos.

No entanto, nada supera caminhar. O centro histórico é um labirinto de praças, fontes e becos que se revelam a pé. Em 20 minutos, você vai da Fontana di Trevi ao Panteão, passando por cafés centenários e lojas de artesãos. As ruas de paralelepípedos são irregulares, mas cada curva esconde uma surpresa: uma igreja barroca, um mercado de flores ou uma gelateria secreta.

Como se locomover pela cidade 

Para explorar Roma, combine transporte público e caminhadas. O metrô (linhas A, B e C) é ideal para distâncias maiores, como ir do Coliseu (linha B) ao Vaticano (linha A). Ônibus e bondes alcançam áreas como Trastevere, mas esteja preparado para trânsito e lotação.

Então, voltamos ao básico: caminhe! 

Dicas para turistas 

Se você está indo para Roma pela primeira vez, evite horários de pico; os ônibus e metrôs podem ficar lotados entre 7h30 e 9h30, quando os romanos correm para o trabalho. Além disso, fique sempre atento aos pickpockets, mantenha sua bolsa e outros itens pessoais bem protegidos, especialmente em áreas turísticas.

E, sobretudo, abrace o caos: Roma não é uma cidade para ser dominada, mas para ser vivida. Se perder em suas ruas é parte da magia e, muitas vezes, a melhor maneira de encontrar o inesperado. Já pensou encontrar o amor da sua vida pelas ruas italianas?

Melhores pontos turísticos de Roma 

Roma é uma cidade onde cada esquina esconde um capítulo da história, uma obra-prima da arte ou um segredo milenar. No topo da lista está o Coliseu, o icônico anfiteatro que há dois mil anos testemunhou batalhas de gladiadores, caças a animais exóticos e espetáculos grandiosos. 

A poucos passos dali, o Panteão desafia o tempo com sua cúpula perfeita, um feito da engenharia romana que permanece intocado há 2.000 anos. Porém, nenhuma visita a Roma está completa sem explorar o Vaticano, o menor país do mundo

A Fontana di Trevi, obra-prima barroca de Nicola Salvi, é parada obrigatória… mas chega! Abaixo, você saberá tudo sobre os maiores pontos turísticos de Roma. 

Coliseu 

Um dos monumentos mais conhecidos do mundo antigo, o Coliseu atraiu – e ainda o faz – muitas pessoas ao longo da sua existência. Desde batalhas de gladiadores e lutas entre animais, dizem que o monumento também fazia shows de batalhas navais. 

Ele também é conhecido como Anfiteatro Flaviano, em homenagem à Dinastia presente em sua data de inauguração. Reza a lenda que o nome “Coliseu” surgiu por conta da casa de Nero, que continha uma grande estátua do imperador chamada “Colosso”. 

Para os amantes de datas históricas, o Anfiteatro foi construído em 70 d.C, no século I. Seus primeiros blocos foram construídos no governo do Imperador Vespasiano, e só foram finalizados no governo de seu filho, Tito. 

No dia de sua inauguração, Tito, o Imperador da época, oficializou o feito com 100 dias de jogos nas arenas. A maioria dos espetáculos contava com cenários ricos, e muitos deles eram baseados na mitologia romana. 

Séculos mais tarde ele foi usado como base militar. Devido a diversos saques ao longo de sua história, o Coliseu perdeu grande parte de seus itens, saques que ocorreram principalmente no período da Renascença, no século XV. 

Vaticano e Basílica de São Pedro 

Um dos pontos mais importantes para o catolicismo, a construção da Basílica de São Pedro demorou mais de um século inteiro para que fosse concluída, passando pelas mãos de grandes arquitetos e renomados artistas que ecoam até hoje, como Michelangelo, Carlo Maderno, Bramante e Bernini.

A tão famosa Cúpula foi a inspiração para outros lugares, como o Capitólio em Washington, nos Estados Unidos, e St. Paul ‘s Cathedral, em Londres.  

Um fato curioso sobre a Basílica, é que a construção que conhecemos hoje não é a primeira, mas a segunda Basílica. A primeira, construída nos primórdios do cristianismo, teve sua construção no ano de 329, pelo Imperador Constantino. Claro, com o tempo a estrutura encontrou seu fim e séculos depois veio a Basílica que conhecemos hoje. E, entre nós, ambas se encontram em cima do túmulo de São Pedro, o primeiro Papa da história. 

Dentro da Basílica

Dentro dela existem obras das mais diversas, como uma das esculturas mais conhecidas de Michelangelo, a Pietà (“piedade” em português); ou a estátua de São Longino, feita por Bernini. 

O espaço foi um dos locais de filmagem do filme Anjos e Demônios, uma releitura do livro escrito por Dan Brown revelando as aventuras vivenciadas por seu personagem, Robert Langdon. 

E já que estamos falando do primeiro Papa da história, por que não falar de sua morada: o Vaticano? Afinal, não há como falar de Roma sem mencionar esse lugar, o menor país do mundo e sede da Igreja Católica. Contudo, o que você não sabe é que o Papa vigente da época da “liberação italiana” não aceitou a unificação da Itália como um único território, uma disputa que durou 50 anos. Foi apenas em 1929 que o Papa Pio XI e Mussolini assinaram os Pactos Lateranenses que por fim reconheciam o Estado do Vaticano.

Inspire-se com a história da jornada da família Cavicchioli na conquista da cidadania italiana. Assista ao vídeo abaixo:

Fontana di Trevi e outros pontos imperdíveis 

A Fontana di Trevi, se não é a fonte com a arquitetura e obras artísticas mais bonitas do mundo, com certeza está entre as três mais! 

Além da sua beleza estrutural, esse importante monumento da cidade de Roma possui uma história interessantíssima e por isso deve ser considerado um dos pontos turísticos mais importantes da Itália. 

A Fontana di Trevi teve a sua gênese ainda com o líder católico Papa Nicolau V, que, em 1453, teve a ideia de revitalizar a rede de canais que formavam o aqueduto da região. Assim, em 1629, o papa Urbano VIII, contratou o escultor Gian Lorenzo Bernini para renovar a estrutura do aqueduto e transformá-la em uma obra de arte.  

Uma outra curiosidade que torna a Fontana di Trevi um lugar mágico, é a lenda que, ao jogar moedas na fonte, alguns desejos pessoais são realizados: se você joga uma moeda, retornará a Roma. Se você jogar duas moedas, encontrará um grande amor. E se jogar três moedas, casará com essa pessoa.  

Filme na Fontana di Trevi

Para fomentar ainda mais essa lenda, os filmes “A Fonte dos Desejos” (1954) e “La Dolce Vita” (1960) apresentaram para o mundo um pouco da história fantástica e da beleza que a fonte romana possui. 

Assim, a cada ano, o governo italiano recolhe cerca de 1 milhão de dólares em moedas que são atiradas por turistas que tentam a sorte por lá. Ah, o dinheiro recolhido é doado para instituições de caridade!

Além disso, a Itália possui um museu totalmente dedicado ao estudo e exposição da Antiguidade Egípcia, o Museu Egípcio de Turim, que foi fundado em 1824, contendo mais de 37 mil peças arqueológicas divididas em quatro andares. No ranking de museus egípcios, ele perde apenas para o Museu do Cairo. 

Outros lugares para visitar na cidade eterna, são: Galleria Borghese, Galleria dell’Accademia, Campo das Flores, Castel Sant’Angelo e muitos outros!

Perguntas frequentes

Quanto custa viver em Roma? 

Um casal gasta, em média, o custo de vida de um casal em Roma é de 2 a 3 mil euros por mês. 

Infelizmente o custo de vida em Roma é muito alto. A título de curiosidade, o aluguel de um apartamento de um quarto, em 2023, estava no valor de mil euros; a alimentação, uma média de €300 a €400/mês. 

Se você tem planos de se mudar para o país da bota, observe esses preços em cidades próximas de Roma, que rodeiam a cidade. Nápoles, por exemplo, possui um custo de vida mais acessível que a capital do país. 

Quais são os principais desafios de morar em Roma?

Transporte público, moradia, idioma e outras burocracias. 

O transporte público, embora acessível, é caótico; os aluguéis no centro histórico são altíssimos, e o mercado imobiliário é extremamente competitivo. E por mais que pareça que não, a língua é sim uma barreira. Serviços públicos, contratos e interações cotidianas (como mercados ou atendimento médico) exigem pelo menos um nível básico de italiano. 

Qual é a melhor época para visitar Roma? 

Depende. Durante a primavera (abril a junho) e o outono (setembro a outubro) são as melhores épocas: temperaturas amenas (15°C–25°C), menos turistas e você ainda conta com eventos como a Festa della Primavera ou a colheita de uvas nos arredores.

No inverno (novembro a fevereiro), os preços caem e as atrações ficam vazias, mas prepare-se para dias frios (5°C–12°C) e chuvosos. Já o verão (julho e agosto) atrai multidões, mas é perfeito para aproveitar praias próximas como Ostia ou festivais noturnos.

Com a Cidadania Italiana preciso de visto para visitar Roma? 

A verdade é que mesmo não tendo a cidadania italiana você não precisa de visto para estadias de até 90 dias na Itália, isto é, sendo brasileiro.

Agora, já com o passaporte italiano em mãos, você não precisaria de visto nem para um período maior, pois você seria um cidadão local! 

Roma, o berço da história, e o primeiro passo para sua vida na Europa

Agora que você já sabe que Roma é um dos lugares mais incríveis da Itália, saiba também que existe uma maneira muito simples de viajar (ou até mesmo de morar) por vários países do velho continente: conquistando a sua dupla cidadania europeia! 

E a Cidadania4u é especialista em facilitar todo o processo para que você adquira a dupla cidadania, italiana, portuguesa ou espanhola, da forma mais rápida e com menos burocracia.  

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